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Avaliação Externa da Qualidade
Avaliação Externa da Qualidade
Bottled and Mineral Water Scheme

Esquema que engloba 3 distribuições, de 2 amostras em formato de lentícula (Lenticule®) que, após reconstituição, simulam amostras de água mineral natural ou de nascente, a analisar de acordo com a legislação em vigor aplicável.

Calendário do esquema e ensaios pedidos: PHE FEPTU Schedule – Bottled and Mineral Water Scheme 2017-18

Instruções para reconstituição das amostras:

Ficha de segurança das amostras: Ficha de Segurança Lentículas PHE_INSA-PHE Water EQA Schemes 2017-18

Distribuição em curso:

Resultados esperados (últimas distribuições):

Dialysis Water Scheme

Indicado para laboratórios da área da microbiologia de águas ou microbiologia clínica que monitorizam a qualidade microbiológica da água utilizada para a preparação de fluidos de diálise.

Este esquema engloba 3 distribuições, de 2 amostras em formato de lentícula (Lenticule®).

Calendário do esquema e ensaios pedidos: FEPTU 483.05 – Schedules and Prices EQA 2016-17

Instruções para reconstituição das amostras:

Ficha de segurança das amostras: Ficha de Segurança Lentículas PHE_INSA-PHE Water EQA Schemes 2016-17

Distribuição em curso:

Resultados esperados (últimas distribuições):

Relatórios finais (últimas distribuições):

Drinking Water Scheme

Esquema constituído por 6 distribuições de 3 amostras em formato de lentícula (Lenticule®) que, após reconstituição, simulam amostras de água para consumo humano, a analisar de acordo com a legislação em vigor aplicável.

Calendário do esquema e ensaios pedidos: PHE FEPTU Schedule – Drinking Water Scheme 2017-18

Instruções para reconstituição das amostras:

Ficha de segurança das amostras: Ficha de Segurança Lentículas PHE_INSA-PHE Water EQA Schemes 2017-18

Distribuição em curso:

Resultados esperados (últimas distribuições):

Relatórios finais (últimas distribuições):

Endoscope Rinse Water Scheme

Esquema aconselhado a laboratórios que efetuam a análise da água que entra em contacto com endoscópios, após o processo de desinfeção destes equipamentos.

Engloba 3 distribuições de 2 amostras em formato de lentícula (Lenticule®) que, após reconstituição, simulam amostras de água.

Calendário do esquema e ensaios pedidos: PHE FEPTU Schedule – Endoscope Rinse Water Scheme 2017-18

Instruções para reconstituição das amostras:

Ficha de segurança das amostras: Ficha de Seguranca_Lenticulas PHE_2017-18

Distribuição em curso:


Resultados esperados (últimas distribuições):

Relatórios finais (últimas distribuições):

Hospital Tap Water Scheme

Esquema que engloba 3 distribuições, de 2 amostras em formato de lentícula (Lenticule®), incluindo apenas a contagem de Pseudomonas aeruginosa, indicado para laboratórios que monitorizam a qualidade microbiológica da água colhida em ambiente hospitalar.

Calendário do esquema e ensaios pedidos: FEPTU-PHE_Schedules and prices 2016-17

Instruções para reconstituição das amostras: 

Ficha de segurança das amostras:  Ficha de Segurança Lentículas PHE_INSA-PHE Water EQA Schemes 2016-17

Distribuição em curso:

Resultados esperados (últimas distribuições):

Relatórios finais (últimas distribuições):

Legionella Isolation Scheme

Esquema aconselhado a laboratórios que efetuam a deteção, enumeração e identificação de Legionella spp. (Legionella pneumophila e outras espécies do género Legionella) em amostras de água.

Engloba 4 distribuições de 2 amostras em formato de lentícula (Lenticule®) que, após reconstituição, simulam as amostras da rotina laboratorial.

 

Calendário do esquema e ensaios pedidos: PHE FEPTU Schedule – Legionella Isolation Scheme 2017-18

 

Instruções para reconstituição das amostras:

 

Ficha de segurança das amostras: Ficha de Segurança Lentículas PHE_INSA-PHE Water EQA Schemes 2017-18

 

Distribuição em curso:

 

Resultados esperados (últimas distribuições):


Relatórios finais (últimas distribuições):

Microbiologia de Águas

A necessidade de transmitir informação correta, assim como de obter resultados fiáveis e comparáveis enfatizam a importância da Garantia da Qualidade. Por outro lado, a participação em esquemas de Avaliação Externa da Qualidade constitui uma ferramenta imprescindível no âmbito do Controlo da Qualidade Analítica implementado no laboratório.

Em 1996, foi desenvolvido o EQUASE Project – Extension of Quality Assurance in Water Microbiology to Cohesion Countries, para implementação de um sistema de garantia da qualidade em Microbiologia de Águas, em sete Estados Membros da UE (Portugal, Espanha, Bélgica, Irlanda, Alemanha, Grécia e Itália). Em Portugal, estiveram envolvidos 38 laboratórios, tendo os Laboratórios de Microbiologia de Águas do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge) sido líderes nacionais neste projeto.

Em 2000, tem início no Instituto Ricardo Jorge o “EQUASE – Programa de Garantia da Qualidade em Microbiologia da Água”, integrado numa rede europeia coordenada pelo então PHLS – Public Health Laboratory Service, de Newcastle.

A partir de 2009, o Instituto Ricardo Jorge passou a gerir o Programa Nacional de Avaliação Externa da Qualidade em Microbiologia de Águas, integrado num Programa mundial que conta com a participação de laboratórios de mais de 50 países coordenado pela Food and Environment Proficiency Testing Unit (FEPTU) da PHE de Londres (desde o dia 1 de Abril de 2013, a Health Protection Agency (HPA) foi integrada na nova organização Public Health England – PHE).

Todos os “PHE EQA Schemes” estão acreditados pelo United Kingdom Accreditation Service (UKAS) de acordo com a ISO/IEC 17043: 2010 – Conformity assessment – General requirements for proficiency testing, exceto o novo “Legionella Molecular Scheme” que se encontra ainda em processo de acreditação. Os ensaios interlaboratoriais organizados pelo Instituto Ricardo Jorge são aceites pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC).

Estão disponíveis oito esquemas: Legionella Isolation Scheme, Legionella Molecular Scheme, Recreational and Surface Water Scheme, Drinking Water Scheme, Bottled and Mineral Water Scheme, Endoscope Rinse Water Scheme, Dialysis Water Scheme e Hospital Tap Water Scheme, desenhados para diferentes tipos de amostras de água, com diversos níveis de contaminação microbiana.

 

 

Documentos gerais para download:

 

Esquemas disponíveis:

  • Legionella Isolation Scheme
    Aconselhado a laboratórios que efetuam a deteção, enumeração e identificação de Legionella spp. em amostras de água.
  • Legionella Molecular Scheme
    Aconselhado a laboratórios que efetuam a pesquisa de Legionella spp., por métodos moleculares.
  • Drinking Water Scheme
    Apropriado para laboratórios que efetuam análise microbiológica de água para consumo humano. Inclui ainda a contagem de Pseudomonas aeruginosa.
  • Endoscope Rinse Water Scheme
    Para laboratórios que monitorizam a qualidade microbiológica da água utilizada na higienização de endoscópios. Engloba 3 distribuições, de 2 amostras em formato de lentícula (Lenticule®).
  • Dialysis Water Scheme
    Apropriado para laboratórios que monitorizam a qualidade microbiológica da água utilizada para a preparação de fluidos de diálise.
  • Hospital Tap Water Scheme
    Adequado a laboratórios que monitorizam a qualidade microbiológica da água colhida em ambiente hospitalar. Inclui apenas a contagem de Pseudomonas aeruginosa.

 

 

Reuniões Nacionais:

As reuniões nacionais realizam-se em Portugal, geralmente uma vez por ano e têm contado com a presença de elementos da FEPTU, da PHE. O objetivo desta Reunião é apresentar, analisar e discutir os resultados obtidos pelos participantes nacionais no contexto mundial, assim como contribuir para a formação dos técnicos dos laboratórios. Adicionalmente, constituem um ponto de convergência, de diálogo, de formação e de partilha de experiências, de preocupações e de responsabilidades, transversais aos laboratórios da área da Microbiologia de Águas. O número de participantes por laboratório é ilimitado.

Programa Final da 2ª Reunião INSA-PHE Food and Water EQA – 9 outubro 2015

 

Contactos:

Recreational and Surface Water Scheme

Esquema que engloba 6 distribuições: 2 distribuições de água balnear, 2 distribuições de água de piscina e 2 distribuições de água de rio, lago ou ribeiro, de 2 amostras cada, em formato de lentícula (Lenticule®) que, após reconstituição, simulam amostras de água a analisar de acordo com a legislação em vigor aplicável a cada caso.

Os laboratórios podem optar por receber todos estes tipos de amostras ou selecionar apenas as distribuições que se adequem à sua rotina.

Calendário do esquema e ensaios pedidos: PHE FEPTU Schedule – Recreational and Surface Water Scheme 2017-18

Instruções para reconstituição das amostras: 

Ficha de segurança das amostras: Ficha de Segurança Lentículas PHE_INSA-PHE Water EQA Schemes 2017-18

Distribuição em curso:

Resultados esperados (últimas distribuições):

 

Relatórios finais (últimas distribuições):

Environmental Swab Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, ensaios em esfregaços de superfícies ambientais para contagem de microrganismos indicadores de higiene e/ou pesquisa de patogénicos, tanto a partir de áreas aleatórias, como de áreas delimitadas.

Número de distribuições / ano:  4
2 para contagem de microrganismos indicadores de higiene e 2 para pesquisa de patogénicos

Número de amostras / distribuição:  2

 

Ensaios:

  • Contagens de microrganismos indicadores de higiene:
    Germes aeróbios mesófilos
    Enterobacteriaceae
    Escherichia coli
  • Pesquisas/Quantificação de patogénicos:
    O laboratório participante decidirá qual ou quais os patogénicos que irá pesquisar baseado no cenário de surto de toxinfeção alimentar que será fornecido (podem ser reportados até quatro patogénicos).
European Food Microbiology Legislation Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, ensaios em géneros alimentícios de acordo com a legislação europeia especificada no Regulamento (CE) N.º 2073/2005 e subsequentes alterações. Permite também avaliar a capacidade dos laboratórios para selecionar, efetuar e interpretar ensaios de acordo com os critérios de segurança dos géneros alimentícios e/ou com os critérios de higiene dos processos.

Número de distribuições / ano:  4

Número de amostras / distribuição:  3

 

Ensaios:

  • Pesquisas:
    Salmonella spp.
    Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium
    Listeria monocytogenes
    Cronobacter sakazakii
    Enterobacteriaceae
    Escherichia coli
    Escherichia coli produtora de toxina Shiga (STEC)
    Enterotoxinas estafilocócicas
  • Contagens:
    Bacillus cereus presuntivo
    Estafilococos coagulase positiva
    Listeria monocytogenes
    Germes aeróbios mesófilos (CAM)
    Enterobacteriaceae
    Escherichia coli

Protocolo de Instruções reconstituição amostras do European Food Microbiology Legislation Scheme_INSA-PHE FoodEQA Schemes

VÍDEO – Lentículas  para AEQ / Reconstituição – Esquema: European Food Microbiology Legislation

  • Relatórios finais (distribuições mais recentes):
Microbiologia de Alimentos

A informação analítica gerada pelos laboratórios da área da microbiologia alimentar é base de tomada de decisões com repercussões quer na área da Saúde, quer na da Economia. Se um resultado falso positivo pode originar uma desnecessária eliminação de um produto alimentar, com forte impacto financeiro, um resultado falso negativo pode ter sérias implicações em saúde pública. Adicionalmente, contagens inexatas podem originar uma apreciação errada do alimento, sob o ponto de vista microbiológico, podendo conduzir a posições competitivas desleais. Deste modo, há necessidade de obter dados fiáveis e comparáveis, assim como de transmitir uma informação correta, constituindo a participação em esquemas de Avaliação Externa da Qualidade (AEQ) / Ensaios de aptidão, uma importante ferramenta na sua prossecução.

Os ensaios de aptidão são uma ferramenta imprescindível no Controlo da Qualidade Analítica, na medida em que a avaliação de desempenho fica a cargo de uma entidade independente. A introdução na rotina laboratorial de amostras de conteúdo conhecido do organizador mas não revelado aos participantes é a única forma de deteção de erros sistemáticos através da comparação dos seus resultados com os de outros laboratórios. Trata-se de uma avaliação de desempenho do laboratório participante através de comparações interlaboratoriais face a critérios pré-estabelecidos.

É reconhecida pelas autoridades e comunidade científica internacional a importância dos ensaios interlaboratoriais. A participação nestes ensaios encontra-se ainda reforçada por imperativos legais e normativos, nacionais e internacionais, sendo uma exigência para todos os laboratórios acreditados (NP EN ISO/IEC 17025: 2005), pelo que a existência de um Programa Nacional vem contribuir para o seu cumprimento.

Neste sentido, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P. (INSA, I.P.), através dos laboratórios de Microbiologia de Alimentos de Lisboa e Porto, implementou, em Setembro de 2001, um Programa Nacional de Avaliação Externa da Qualidade, na área da Microbiologia de Alimentos, inserido num programa a nível mundial que conta com 55 países, coordenado pelo Food and Environment Proficiency Testing Unit (FEPTU) da Public Health England (PHE), de Londres (desde o dia 1 de abril de 2013, a Health Protection Agency – HPA foi integrada na nova organização Public Health England – PHE). Todos os “PHE EQA Schemes” estão acreditados pelo United Kingdom Accreditation Service (UKAS) de acordo com a ISO/IEC 17043: 2010 – Conformity assessment – General requirements for proficiency Testing. Os ensaios interlaboratoriais organizados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P. são aceites pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC).

O Programa Nacional iniciou com 23 laboratórios participantes, contando com a participação de 41  laboratórios no ano 2016/17, públicos e privados, de Saúde Pública, de Controlo Oficial dos géneros alimentícios, da Indústria, de Estabelecimentos de Ensino/Investigação, de Escolas Profissionais e de Prestação de Serviços, provenientes de diversas regiões de Portugal continental e dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, assim como de outros países de língua oficial portuguesa.

 

Esquemas disponíveis:

  • Standard Scheme
    Adequado para a maioria dos laboratórios que efetuam ensaios em géneros alimentícios.
    Esquema com amostras que simulam géneros alimentícios e que engloba ensaios para uma ampla gama de microrganismos patogénicos e indicadores de higiene.
  • Environmental Swab Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em esfregaços de superfícies ambientais.
    Esquema com amostras que simulam esfregaços de superfícies ambientais, para contagem de microrganismos indicadores de higiene e pesquisa de patogénicos, tanto a partir de áreas aleatórias, como de áreas delimitadas.
  • Shellfish Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em moluscos bivalves vivos e outros produtos do mar provenientes de locais de apanha/cultivo.
    Inclui todos os Laboratórios Nacionais de Referência da União Europeia. Esquema organizado em colaboração com o Departamento do Mar e Recursos Marinhos (DMRM) do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
    Esquema com amostras que simulam moluscos bivalves vivos e outros produtos do mar provenientes de locais de apanha/cultivo de acordo com o Regulamento (CE) N.º 854/2004 e da cadeia de produção entre a apanha e o consumo, de acordo com o Regulamento (CE) N.º 2073/2005, relativo a Critérios Microbiológicos Aplicáveis aos Géneros Alimentícios e subsequentes alterações.
  • Non-Pathogen Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em géneros alimentícios para quantificação de indicadores de higiene e de deterioração.
    Esquema com amostras que simulam géneros alimentícios para ensaios de quantificação de indicadores de higiene e de deterioração e estudos de avaliação do prazo de validade. As amostras não contêm microrganismos patogénicos.
  • Non-Pathogen PYM option
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em géneros alimentícios para quantificação de indicadores de deterioração e/ou que requerem uma gama de parâmetros mais reduzida.
    Esquema com amostras que simulam géneros alimentícios para ensaios de quantificação de indicadores de deterioração mas que permitem a análise de uma gama de parâmetros mais reduzida. As amostras não contêm microrganismos patogénicos.
  • European Food Microbiology Legislation Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em  géneros alimentícios de acordo com a legislação europeia especificada no Regulamento (CE) N.º 2073/2005, relativo a Critérios Microbiológicos Aplicáveis aos Géneros Alimentícios e subsequentes alterações, tendo em conta o Regulamento (CE) N.º 852/2004.
    Esquema com amostras destinadas a avaliar a capacidade dos laboratórios para selecionar, efetuar e interpretar ensaios de acordo com os critérios de segurança dos géneros alimentícios e/ou com os critérios de higiene dos processos.
  • Pathogenic Vibrio Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em géneros alimentícios  ou em águas para deteção/quantificação de Vibrio spp..
    Esquemas com amostras que simulam géneros alimentícios para ensaios de Vibrio parahaemolyticus , Vibrio vulnificus e Vibrio cholerae (estirpes não-toxigénicas).
  • Staphylococcus aureus Enterotoxin Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em géneros alimentícios para deteção / identificação de enterotoxinas de Staphyloccocus aureus em géneros alimentícios.
    Esquema com amostras que simulam géneros alimentícios para pesquisa e identificação de enterotoxinas de Staphyloccocus aureus.
  • Shiga Toxin Escherichia coli (STEC) Scheme
    Adequado para laboratórios que efetuam ensaios em géneros alimentícios para a deteção de Shiga toxin Escherichia coli (STEC).
    Esquema com amostras que simulam géneros alimentícios para pesquisa de Shiga toxin Escherichia coli (STEC). As amostras são preparadas com microrganismos STEC, mortos e, por essa razão, só poderão ser utilizados métodos moleculares.

 

Documentos para Download:

 

Reuniões Nacionais:

As reuniões nacionais são uma iniciativa do Programa em Portugal que se concretiza todos os anos, não sendo limitado o número de inscrições por laboratório participante. Estas reuniões são um ponto de encontro dos participantes, contemplando a apresentação e discussão dos resultados globais obtidos no Programa Nacional no contexto mundial.

Numa perspectiva de melhoria contínua, são também apresentados temas diversos das áreas da Qualidade e da Microbiologia Alimentar, por palestrantes convidados bem como por participantes. Neste âmbito são também realizadas sessões de debate, de esclarecimento de dúvidas e troca de experiências e de opiniões.

Habitualmente contam com a presença da Drª Julie Russell do Food and Environment Proficiency Testing Unit (FEPTU) da Health Protection Agency (HPA), de Londres e outros membros da equipe.

 

Contactos:

  • Cristina Belo Correia
    Tel: 217519351/217519230
    e-mail: Cristina.Belo@insa.min-saude.pt
    Fax: 217526470
  • Isabel Campos Cunha
    Tel: 223401100/31/32/33
    e-mail: Isabel.Cunha@insa.min-saude.pt
    Fax: 223401189
Non-Pathogen Scheme/Non-Pathogen PYM option

Non-Pathogen Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, análises em géneros alimentícios para ensaios de quantificação de indicadores de higiene e de deterioração e estudos do prazo de validade.

Número de distribuições / ano:  3

Número de amostras / distribuição:  2

Ensaios:

  • Contagens:
    Pseudomonas spp. presuntivo
    Leveduras
    Bolores
    Coliformes
    Enterobacteriaceae
    Escherichia coli
    Enterococos
    Bactérias ácido-láticas
    Germes aeróbios mesófilos (30 °C)

 

Non-Pathogen PYM option

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, análises em géneros alimentícios para ensaios de quantificação de indicadores de deterioração e/ou que requerem a análise de uma gama de parâmetros mais reduzida.

Número de distribuições / ano:  3

Número de amostras / distribuição:  2

Ensaios:

  • Contagens:
    Pseudomonas spp. presuntivo
    Leveduras
    Bolores
  • Instruções para reconstituição das amostras:

Protocolo de Instruções reconstituição amostras do Non-Pathogen Scheme_INSA-PHE FoodEQA Schemes

VÍDEO – Amostras liofilizadas para AEQ / Reconstituição – Esquema: Non-Pathogen

Pathogenic Vibrio Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, análises em géneros alimentícios ou em águas, para  deteção/quantificação de Vibrio spp..

Número de distribuições / ano:  3

Número de amostras / distribuição:  2

 

Ensaios:

  • Pesquisas:
    Vibrio parahaemolyticus
    Vibrio vulnificus
    Vibrio cholerae (estirpes não-toxigénicas)
Shellfish Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, ensaios em moluscos bivalves vivos e outros produtos do mar provenientes de locais de apanha/cultivo.

Número de distribuições / ano:  3

Número de amostras / distribuição:  2

 

Ensaios:

  • Contagens:
    Escherichia coli
    (Número Mais Provável – NMP)
  • Pesquisas:
    Salmonella spp.

Protocolo de Instruções reconstituição amostras do Shellfish Scheme_INSA-PHE FoodEQA Schemes

VÍDEO – Lentículas  para AEQ / Reconstituição – Esquema: Shellfish

Shiga Toxin Escherichia coli (STEC) Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, pesquisa de Shiga toxin Escherichia coli (STEC) em géneros alimentícios. O esquema fornece amostras com microrganismos STEC, mortos e, por essa razão, só poderão ser utilizados métodos moleculares.

Número de distribuições / ano:  2

Número de amostras / distribuição:  2

 

Ensaios:

Pesquisa de Shiga toxin Escherichia coli (STEC) – métodos moleculares.

Standard Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, análises em géneros alimentícios para uma ampla gama de microrganismos patogénicos e indicadores de higiene.

Número de distribuições / ano:  6

Número de amostras / distribuição:  2

Ensaios:

  • Pesquisas
    Salmonella spp.
    Escherichia  coli O157
    Campylobacter spp.
    Listeria spp.
    Listeria monocytogenes
    Cronobacter sakazakii
  • Contagens
    Bacillus cereus presuntivo
    Estafilococos coagulase positiva
    Clostridium perfringens
    Campylobacter spp.
    Listeria spp.
    Listeria monocytogenes
    Germes aeróbios mesófilos (CAM)
    Enterobacteriaceae
    Coliformes
    Escherichia coli
  • Instruções para reconstituição das amostras:

Protocolo de Instruções reconstituição amostras do Standard Scheme_INSA-PHE FoodEQA Schemes

VÍDEO – Amostras liofilizadas para AEQ / Reconstituição – Esquema: Standard

Staphylococcus aureus Enterotoxin Scheme

Este esquema destina-se a laboratórios que efetuam, por rotina, deteção / identificação de enterotoxinas de Staphyloccocus aureus em géneros alimentícios.

Número de distribuições / ano:  3

Número de amostras / distribuição:  2

 

Ensaios:

Pesquisa das enterotoxinas de Staphyloccocus aureus e identificação do tipo de toxinas

  • Instruções para reconstituição das amostras:

Protocolo de Instruções reconstituição amostras do S. aureus Enterotoxin Scheme_INSA-PHE FoodEQA Schemes

VÍDEO – Amostras liofilizadas para AEQ / Reconstituição – Esquema: Staphylococcus aureus Enterotoxin Scheme

O Programa Nacional de Avaliação Externa da Qualidade (PNAEQ), inserido no Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge, promove, organiza e coordena, de forma independente, programas de Avaliação Externa da Qualidade Laboratorial nas áreas: clínica, genética, anatomia patológica, POCT (point of care test), microbiologia do ar, microbiologia de águas, microbiologia de alimentos, microbiologia de areias e ecotoxicologia.

A participação dos laboratórios é voluntária e confidencial e, de um modo retrospetivo, permite a avaliação do desempenho e comparação entre pares, bem como a deteção de erros sistemáticos através da determinação em condições de rotina, de amostras de conteúdo desconhecido do laboratório.

Desta forma, é assegurada a comparabilidade e uniformidade dos resultados dos laboratórios aderentes, permitindo ao PNAEQ garantir os objetivos a que se propõe:

  • Melhorar o desempenho dos laboratórios;
  • Comparar o estado da arte a nível nacional;
  • Aumentar o nível da qualidade laboratorial;
  • Permitir o cálculo do erro total admissível e incerteza da medição.

É uma exigência legal e requisito obrigatório de acreditação (NP EN ISO/IEC 17025/ NP EN ISO 15189) a participação em ensaios de avaliação externa da qualidade.

O programa conta com a colaboração de peritos nacionais e internacionais, que selecionam amostras controlo e casos-estudo. Os resultados são avaliados estatisticamente e elaborados relatórios que incluem pareceres técnicos/científicos de peritos e/ou de grupos de trabalho.

O Instituto Ricardo Jorge/PNAEQ é membro da European Quality Association of Laboratory Medicine (EQALM) e coopera com esta entidade e com outros organizadores de programas de avaliação externa da qualidade internacionais, nomeadamente as entidades PHE, Labquality, SKLM, ECAT, PNCQ. A colaboração entre pares e a participação em estudos é uma das missões do PNAEQ de modo a melhorar o nível da qualidade, beneficiando diretamente o doente e o púbico em geral.

Para participar:

Se lhe aparecer uma janela a pedir username e password, ao abrir ou descarregar os ficheiros acima, escolha a opção “cancelar“.

Documentos PNAEQ:

Contactos:

  • PNAEQ  Instituto Ricardo Jorge

Avenida Padre Cruz, 1649-016 Lisboa | pnaeq@insa.min-saude.pt

  • Área Clínica/Genética/Ambiental/POCT/Anatomia Patológica/Mic. Areias/Ecotoxicologia

ana.paula.faria@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 349

armandina.miranda@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 356

ana.cardoso@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 350

cristina.brito@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 356

helena.correia@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 350

vera.clemente@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 356

edna.pereira@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 356

isabel.cunha@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 223 401 132 / 33 / 00

cristina.belo@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 230

catia.goncalves@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 351

claudia.pena@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 223 401 133 / 00

raquel.rodrigues@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 284 / 00

carla.coelho@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 223 401 115 / 00

catia.goncalves@insa.min-saude.pt | Tel.: (+351) 217 519 351

Área Clínica, Genética e Point-of-Care (POCT)

Área Clínica, Genética e Point-of-Care (POCT)

Área de Anatomia Patológica

Anatomia Patológica