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O Departamento

O Departamento de Alimentação e Nutrição (DAN) desenvolve atividades nas áreas da segurança alimentar e nutrição, tendo como visão a obtenção de ganhos em saúde pública através do estudo aprofundado da situação do país nas áreas da alimentação e da nutrição humanas.

Ao DAN compete a promoção da saúde, a prevenção de doenças de origem alimentar e a melhoria do estado nutricional da população, através de investigação e desenvolvimento, vigilância, referência, prestação de serviços diferenciados, formação, informação e consultoria.

Para a prossecução das atribuições do Instituto Ricardo Jorge, o DAN colabora com as instituições congéneres e outros organismos nacionais e internacionais, nomeadamente a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Organização para a Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO) e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), participando nos Programas e Planos Nacionais e Internacionais.

O DAN desenvolve a sua atividade na Sede do Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, e no Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira, no Porto.

O DAN tem implementado um sistema de gestão da qualidade, encontra-se acreditado pelo IPAC segundo a norma ISO 17025, no âmbito de análises de alimentos e produtos agroalimentares para 58 parâmetros, dos quais 24 na área da química analítica (macronutrientes, minerais e vitaminas) e os restantes na área da microbiologia. Ver listagem de análise acreditadas do IPAC.

Consultar brochura “Alimentação e Nutrição”

Consultar brochura “Controlo Microbiológico na Restauração”

Consultar Organograma

Consulte as Áreas de Atuação deste Departamento
Composição dos alimentos
Nutrição aplicada
Segurança alimentar
Toxicologia dos alimentos
Avaliação de risco na cadeia alimentar
Estilos de vida e estado nutricional
Alimentação e promoção da saúde

Unidades



O Departamento

O Departamento de Doenças Infeciosas (DDI) desenvolve atividades nas áreas de bacteriologia, virologia, parasitologia, micologia, imunologia, bem como no estudo de vectores e doenças infecciosas. Ao DDI compete:

  • Promover, coordenar e realizar atividades e projetos de investigação em doenças infecciosas, seus agentes e determinantes;
  • Contribuir para o planeamento da agenda de investigação em Saúde;
  • Colaborar na vigilância epidemiológica das doenças infeciosas, na sua componente laboratorial, em articulação com as redes nacionais e internacionais (Listagem de Redes de Vigilância em que o DDI participa);
  • Realizar prestação de serviços diferenciados e consultoria na área das doenças infecciosas e seus agentes e vetores;
  • Atuar na avaliação do risco biológico de emergência em Saúde Pública.

O DDI, organizado conforme organograma, desenvolve a sua atividade em três pólos geográficos: Lisboa (sede), Porto (Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira) Águas de Moura (Centro de Estudos de Vectores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac).

Consultar brochura “Doenças Infeciosas”

Consulte as Áreas de Atuação deste Departamento
Infeções sexualmente transmissíveis
Infeções Respiratórias
Infeções Gastrointestinais
Infeções sistémicas e zoonoses
Resistência aos antimicrobianos
Doenças evitáveis pela vacinação
Estudos de vetores e doenças infeciosas

Unidades






O Departamento

O Departamento de Epidemiologia (DEP) desenvolve as suas atividades nos domínios da investigação e da observação sobre os estados de saúde e de doença da população residente em Portugal, suas determinantes e utilização dos cuidados de saúde tendo em vista a obtenção de evidência para a decisão em saúde pública.

Para concretizar as atividades indicadas, o DEP desenvolve e aplica métodos epidemiológicos, estatísticos, informáticos e de informação geográfica que, são utilizados de forma integrada por pessoal científico e técnico especializado, trabalhando geralmente em equipas multidisciplinares.

O DEP produz, de forma contínua ou periódica, dados destinados à investigação e à vigilância através de sete instrumentos de observação (INS, ECOS, MS, EVITA, RENAC, ÍCARO, VDM) que desenvolve.

O DEP utiliza ainda dados gerados durante períodos limitados de tempo, especificamente no âmbito de projectos de investigação e implementa e participa em sistemas de vigilância. Por outro lado, realiza previsões e delineia cenários sobre a ocorrência de situações com potencial impacto na saúde.

Apontam-se algumas linhas de investigação actualmente em desenvolvimento: alterações climáticas; gripe; cuidados preventivos; estilos de vida; mortalidade; acidentes, sem prejuízo de outras temáticas que se têm vindo a trabalhar.

O DEP promove a divulgação do conhecimento científico que produz e também, de forma mais lata, contribui para divulgação da cultura científica em saúde. Exerce esta actividade através da apresentação dos resultados que obtém em reuniões científica e técnicas, da sua publicação em revistas nacionais, estrangeiras e internacionais, bem como através do site do Instituto Ricardo Jorge.

O DEP exerce frequentemente ações de formação e de consultoria nos domínios em que detém competência e experiência. Essa consultoria é destinada a Departamentos, equipas ou pessoas do próprio Instituto Ricardo Jorge, a instituições públicas de saúde, dentro e fora do Ministério da Saúde, e também a entidades privadas, em regra sob a forma de prestação de serviços.

Muitas atividades do DEP são realizadas em cooperação com outros Departamentos do Instituto Ricardo Jorge, bem como com outras entidades e grupos dentro e fora do Ministério da Saúde.

Consultar brochura “Epidemiologia”

Consultar Organograma DEP

Consulte as Áreas de Atuação deste departamento
Registo de lesões e acidentes
Registo de anomalias congénitas
Tabaco, álcool e outros determinantes de saúde
Gripe e efetividade de vacinas
Efeitos do calor e do frio na saúde
Diabetes e outras doenças crónicas
Avaliação externa da qualidade laboratorial
Eventos de massas
INSEF e outros inquéritos de base populacional

Unidades




O Departamento

O Departamento de Genética Humana desenvolve atividades no domínio dos determinantes genéticos da saúde e da doença, designadamente através de abordagens de índole epidemiológica, clínica, citogenética, bioquímica ou de genética molecular, e garante o planeamento e a execução do programa nacional de diagnóstico precoce.

Ao Departamento de Genética Humana (DGH), compete:

  • Executar investigação e desenvolvimento nas modalidades relevantes, em linha com as prioridades estratégicas do Ministério da Saúde;
  • Assegurar, no domínio da genética, as funções de laboratório nacional de referência;
  • Realizar rastreios e testes genéticos de base laboratorial e, em colaboração com o departamento de epidemiologia, a organização e gestão dos respetivos registos e coleções de produtos biológicos.

No DGH, organizado segundo o seguinte organograma, decorrem as seguintes áreas de trabalho: Doenças genéticas, Genómica funcional e estrutural, Genotoxicidade ambiental, Tecnologias de análise de DNA e Vias de transdução de sinal e patologias associadas, tendo em vista a melhoria dos conhecimentos e a obtenção de evidência para a decisão em saúde.

O DGH divulga ativamente o conhecimento científico que produz, contribuindo também para a promoção da cultura científica nas áreas da genética humana e médica. Exerce esta atividade através da apresentação de resultados em reuniões científicas e técnicas, da sua publicação em revistas nacionais e internacionais ou de outros meios.

O Departamento oferece, ainda, um amplo leque de oportunidades formativas nos seus domínios de atuação visando a obtenção de graus académicos, o treino de profissionais de saúde ou o aperfeiçoamento tecnológico. Em resposta a esta oferta formativa, verifica-se um intenso fluxo de (sobretudo jovens) formandos o que constitui um manancial inestimável de energia e criatividade de que todo o Departamento beneficia.

Junto do DGH funcionam a Comissão Nacional para o Diagnóstico Precoce (CNDP), a Comissão Coordenadora do Tratamento das Doenças Lisossomais de Sobrecarga (CCTDLS) e o Registo Português de Paramiloidose.

O DGH desenvolve a sua atividade principal na Sede do Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, e no Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira, no Porto. Para além disso, muitas das atividades do DGH são realizadas em colaboração com outros Departamentos do Instituto Ricardo Jorge, bem como com outras entidades ou grupos nacionais ou internacionais:

Toxicogenomics & Human Health (ToxOmics)
Center for Biodiversity, Functional and Integrative Genomics (BioFig)
Unidade Multidisciplinar de Investigação Biomédica – ICBAS/UP

O DGH coopera ainda com Orphanet, um portal de referência para a informação sobre doenças raras e medicamentos órfãos.

Consulte as Áreas de Atuação deste departamento
Doenças genéticas
Genómica funcional e estrutural
Genotoxidade ambiental
Tecnologias de análise de DNA
Vias de transdução de sinal e patologias associadas

Unidades



O Departamento

O Departamento de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Não Transmissíveis (DPS) desenvolve atividades nas áreas dos determinantes da saúde e fatores de risco e de proteção para doenças, da avaliação da efetividade de intervenções em saúde e da literacia em saúde.

A este departamento compete:

  • Realizar investigação integrada sobre determinantes da saúde, fatores protetores e fatores de risco para doenças não transmissíveis de grande impacte na saúde pública;
  • Avaliar o estado de saúde da população e organizar registos clínicos, bases de dados e repositórios de amostras biológicas para investigação;
  • Avaliar a efetividade das intervenções no âmbito da promoção da saúde e prevenção da doença, produzindo evidência científica para a elaboração de linhas orientadoras com impacte em políticas públicas saudáveis;
  • Estabelecer valores de referência nacionais de parâmetros biológicos;
  • Divulgar a cultura científica junto dos profissionais e do cidadão e promover a literacia em saúde no âmbito da promoção da saúde e prevenção das doenças não transmissíveis;
  • Promover a aplicação de resultados de investigação em novas metodologias para prevenção e diagnóstico de doenças não transmissíveis, nomeadamente para implementação da medicina personalizada;
  • Avaliar o Plano Nacional de Saúde (PNS) e Programas de Saúde do Ministério da Saúde (MS) em colaboração com outros departamentos do INSA e instituições do MS.

O DPS é constituído pelas unidades de Promoção da Saúde, Investigação e Desenvolvimento e Diagnóstico Laboratorial e Referência em Lisboa, e Unidade de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Não Transmissíveis no Porto.

Consultar brochura “Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Não Transmissíveis”

Consultar Organograma DPS

Consulte as Áreas de Atuação deste departamento
Literacia em saúde
Avaliação do Impacte em saúde
Fatores de risco e biomarcadores para DNT – estudos populacionais
Medicina molecular em doenças não transmissíveis
Medicina personalizada
Boas práticas em promoção da saúde
Modelos integrativos em investigação biomédica

Unidades




O Departamento

O Departamento de Saúde Ambiental (DSA) desenvolve a sua atividade na Sede do Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, e no Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira, nas áreas de qualidade do ar e saúde ocupacional e água e solos.

Ao DSA compete:

  • O estudo e investigação da Saúde Humana e fatores de risco de natureza ambiental e ocupacional que a afectam, numa perspetiva preventiva relativamente à exposição a esses mesmos fatores de risco, em estreita articulação com todos os Serviços de Saúde e aqueles que, direta ou indiretamente, se relacionam com ela e ou a influenciam;
  • Identificar novas oportunidades de investigação, no âmbito da Saúde Ambiental e Ocupacional, de acordo com as prioridades nacionais e internacionais definidas;
  • Promover a formação de redes temáticas e parcerias, como formas de promover a colaboração interinstitucional;
  • Participar na formação académica (licenciaturas, mestrados e doutoramentos), em colaboração com instituições de ensino superior, sendo local de acolhimento nomeadamente para a componente laboratorial; bem como na formação de profissionais da área da Saúde Ambiental e Ocupacional;
  • Desenvolver, face aos melhores conhecimentos científicos e técnicos disponíveis em cada momento, estudos para obtenção de evidência que suportem a decisão técnica e política na área da Saúde Ambiental e Ocupacional;
  • Prestar serviços analíticos diferenciados e consultoria na sua área de competência;
  • Adequar competências de forma a compatibilizar os objectivos, recursos e potencialidades do Departamento com as oportunidades identificadas, assegurando assim a consecução dos seus objectivos.

O DSA tem implementado um sistema de gestão e garantia da qualidade e encontra-se acreditado pelo IPAC, segundo a norma ISO 17025, para 196 ensaios analíticos nas seguintes áreas: análise de águas, efluentes líquidos, solos, ar ambiente, acústica e vibrações, amianto e análises clínicas.

Listagem de análises acreditadas pelo IPAC:

Certificado Nº L0323A2 – 2016-02-03 – Ed 07 – Lisboa
Certificado Nº L0323A1 – 2016-02-03 – Ed 20 – Porto

Consultar brochura “Saúde Ambiental”

Consultar Organograma DSA

Sistemas Domésticos para Tratamento de Água

Consulte as Áreas de Atuação deste departamento
Ar e saúde ocupacional
Água e solo

Unidades




Dirigido por um Conselho Diretivo, composto por um Presidente e um Vogal, o Instituto Ricardo Jorge dispõe de unidades operativas na sua sede em Lisboa, em centros no Porto (Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira) e em Águas de Moura (Centro de Estudos de Vectores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac).

Para a prossecução da sua missão e atribuições, o Instituto Ricardo Jorge está estruturado em seis departamentos de natureza técnico -científica que integram unidades funcionais, criadas por deliberação do conselho diretivo. São departamentos técnico-científicos do Instituto Ricardo Jorge:

  • Departamento de Alimentação e Nutrição;
  • Departamento de Doenças Infeciosas;
  • Departamento de Epidemiologia;
  • Departamento de Genética Humana;
  • Departamento de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Não Transmissíveis;
  • Departamento de Saúde Ambiental.

Para prestar o apoio indispensável à prossecução dos seus objetivos, o Instituto Ricardo Jorge organiza-se ainda nos seguintes serviços de apoio à investigação, gestão e administração:

  • Direção de Gestão de Recursos Humanos;
  • Direção de Gestão de Recursos Financeiros;
  • Direção de Gestão de Recursos Técnicos.
Conselho Diretivo

O Conselho Diretivo é o órgão responsável pela gestão, planeamento, coordenação e avaliação da atividade do Instituto Ricardo Jorge, bem como pela direção dos respetivos serviços, em conformidade com a lei e com as orientações governamentais. É composto por um presidente e um vogal.

O Conselho Diretivo do Instituto Ricardo Jorge é atualmente constituído por Fernando de Almeida (Presidente) e José Maria Albuquerque (Vogal Executivo).

Fernando de Almeida José Maria Albuquerque

 

Organograma

Serviços de Apoio