Boletim Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral – Número 8

29-03-2021

Encontra-se disponível para consulta um novo Boletim Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral, divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através do seu Departamento de Epidemiologia, enquanto parceiro do Programa de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral (PVNPC). Neste boletim são apresentados indicadores relativos à perceção da saúde durante a pandemia de SARS-CoV2 e sobre as atitudes das pessoas que vivem com a paralisia cerebral face à vacinação contra a COVID-19.

A edição número 8 do Boletim do Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral destaca que, até à data, a taxa de doença COVID-19 foi mais elevada entre as pessoas com paralisia cerebral do que em qualquer outro dos grupos estudados. A grande maioria das pessoas que vivem com paralisia cerebral expressam confiança na proteção e na segurança das vacinas contra a COVID-19.

Esta confiança é, no entanto, menor nas pessoas que se consideram com melhor saúde e com menor o risco de sofrer doença COVID-19. Até esta altura, apenas uma pequena proporção dos respondentes que se consideraram de elevado risco para COVID-19 ou com mau estado de saúde tinha recebido a vacina contra a COVID-19.

O Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral é uma colaboração entre a Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral, o INSA e a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), operacionalizado pelo PVNPC. Com este projeto, é feito o alargamento do Barómetro COVID-19 a toda a população que lida com a paralisia cerebral, nomeadamente as pessoas com paralisia cerebral, as suas famílias e todos aqueles que com eles trabalham.

Este projeto reverte-se de especial importância, tendo em conta que a COVD-19 pode representar para as pessoas com paralisia cerebral um risco acrescido de desenvolver uma forma grave desta infeção, com especial vulnerabilidade para os quadros clínicos mais graves desta deficiência.

A participação no Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral é voluntária e aberta, bastando responder ao seguinte formulário. Devido ao carácter evolutivo da pandemia SARS-CoV2, é desejável ir participando ao longo do tempo, respondendo ao inquérito semanal ou mensalmente, na medida em que assim poder-se-á perceber-se como a evolução da pandemia vai afetando as pessoas que vivem com paralisia cerebral.

Consulte aqui o Boletim N.º 8.

imagem do post do Boletim Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral – Número 8